NBS na Locação de Imóveis: Qual Código Usar Depois da Reforma Tributária
Por que o código certo de NBS importa agora Você já viu aqui no blog que a locação de imóveis entrou no […]
Por que o código certo de NBS importa agora Você já viu aqui no blog que a locação de imóveis entrou no […]
Na antiga escola técnica da UFRGS, no ano de 2004, cursando o técnico em Transações Imobiliárias (TTI), me deparei com uma matéria: […]
Com a Reforma Tributária avançando em sua fase de transição, um debate específico vem ganhando força entre administradoras de shopping centers, lojistas […]
A Reforma Tributária mudou a forma como o Brasil tributa o consumo e os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) estão diretamente no […]
Cada shopping center concentra ao menos quatro operações com naturezas tributárias distintas — aluguel, encargos condominiais, FPP e estacionamento. Com a Reforma Tributária, saber em qual entidade cada receita deve estar deixou de ser detalhe administrativo e passou a ser decisão estratégica.
A partir de agosto de 2026, a Reforma Tributária passa a produzir efeitos diretos sobre contratos de locação e arrendamento de imóveis. Entenda o que muda, quanto vai custar e o que você precisa fazer agora.
A Reforma Tributária do consumo cria o IVA Dual (CBS + IBS), substituindo tributos federais, estaduais e municipais. O novo modelo reduz a cumulatividade, amplia créditos, muda a formação de preços e exige recomposição contratual. A transição vai até 2033 e envolve novas regras, alíquotas crescentes, split payment e ajustes contábeis. Empresas devem revisar contratos, precificação, regime tributário, sistemas e notas fiscais já em 2025 para aproveitar créditos e evitar riscos operacionais.
O universo dos Fundos Imobiliários vai muito além da clássica divisão entre “tijolo” e “papel”. Há fundos focados em imóveis físicos, crédito imobiliário, desenvolvimento, turismo, educação e até em outros FIIs. Cada categoria tem riscos e oportunidades próprias. Conhecer essas diferenças é essencial para investir com estratégia e montar uma carteira equilibrada entre renda, segurança e valorização patrimonial.
A taxa de vacância é o principal termômetro dos Fundos Imobiliários e o fator que mais impacta os dividendos. Em 2025, o mercado vive uma nova realidade, com imóveis premium quase sem vacância e ativos secundários enfrentando níveis elevados de ociosidade. Mais do que observar a ocupação física, o investidor precisa entender a vacância financeira — o real efeito sobre a receita dos fundos — para avaliar a sustentabilidade dos rendimentos e antecipar riscos.
Os Fundos de Fundos (FoFs) ganham espaço como forma prática e eficiente de investir no mercado imobiliário com diversificação imediata e gestão especializada. Ao reunir vários FIIs em um único portfólio, os FoFs reduzem riscos e ampliam a exposição do investidor a diferentes imóveis e segmentos. Apesar de custos um pouco maiores, continuam sendo uma alternativa sólida para quem busca equilíbrio, consistência e praticidade na construção do patrimônio.